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Janeiro Branco: o mês da saúde emocional

Atualizado: Fev 19

Pra quem ainda não conhece a iniciativa do Janeiro Branco, ela surgiu em Minas Gerais (sim, é do Brasil!), no ano de 2014, quando o mundo estava passando por revoluções nos debates sobre saúde emocional.

Então, seguindo essa tendência, um grupo de psicólogos de Uberlândia resolveu aproveitar o início do ano, essa época cheia de vontades e expectativas, para promover conversas super necessárias sobre autocuidado, bem-estar e vida saudável – com a intenção de incentivar um ano todo mais consciente.


O que é o Janeiro Branco?

No site do Janeiro Branco, você pode ver mais sobre os valores e esforços desse mês, que não somente possuem muita afinidade com o nosso trabalho, como também nos inspiram a ir além. Olha só um pouquinho do que eles dizem:


Uma campanha pensada, planejada e projetada para a promoção de Saúde Emocional nas vidas de todos os indivíduos que compõe a humanidade, buscando estratégias políticas, sociais e culturais para que o adoecimento emocional seja prevenido, conhecido e combatido em todos os campos, esferas, dimensões e espaços em que o humano se faz presente.


Porque falar sobre problemas com a saúde emocional, bem como se cuidar, é para todo mundo. É para mulheres e também para homens (que muitas vezes acham que não precisam se cuidar, como falamos no post sobre Masculinidade); é para todos os LGBTI+, para pessoas de todas as etnias (dica: Saúde mental não é um problema só de gente branca), para todos os tipos de corpo, para todas as cidades, para todos os rendimentos.

Por isso, vamos embarcar com tudo nessa, fazer a nossa parte e compartilhar com vocês várias maneiras de como alcançar mais qualidade de vida, através da melhora da sua saúde emocional.


Saber se cuidar é essencial

O primeiro e mais importante passo para uma vida com mais saúde emocional é investir no autoconhecimento. É como diz Luciana Leon, que é psicóloga, terapeuta ayurvédica e professora de yoga e meditação:


Quando sentimos algo negativo, temos a tendência de querer ignorar ou afastar esse sentimento da gente. Enquanto, na verdade, deveríamos parar, respirar e olhar com muita atenção para esse sentimento, a fim de criar intimidade com ele. É entrando em contato com o sentimento que podemos começar a administrá-lo.

Bonito, né? Depois, conta pra gente nos comentários como você exerce o seu autocuidado nos diferentes momentos do seu dia. Até porque, cuidar de si mesmo pode e deve ser feito em vários campos da nossa vida. E hoje, nós vamos destacar, primeiramente, 5 deles: corpo, finanças, trabalho, consumo e digital.


Corpo

Corpo e mente caminham juntinhos. Ou seja, quando você cuida do seu emocional, o seu corpo sente. E quando você cuida do seu corpo, sua mente sente. Por isso, quem pratica atividades físicas com regularidade tende a ter mais saúde emocional.


Ah! E já que estamos nessa de Janeiro Branco, vamos lembrar também do Outubro Rosa, sobre prevenção e tratamento do câncer de mama, e do Novembro Azul, sobre prevenção e tratamento do câncer de próstata (que não é só coisa de homem cis, hein?). Prevenir-se e saber como se cuidar reduz ansiedades e dá mais tranquilidade.


Finanças

A regra é clara: não dá pra ter saúde emocional sem saúde financeira. E não: isso não quer dizer que você precisa ter rios de dinheiro. Saúde financeira é saber usar bem os recursos que você já tem, entendendo que na hora de comprar algo, é preciso ponderar muito mais do que o preço, como Ricardo Hickmann, especialista em educação financeira, diz:

Planejar nossas finanças com inteligência é conseguir ver o valor real das coisas.


Trabalho

Querendo ou não, o trabalho é uma das principais partes das nossas vidas. Logo, não é à toa que quando as coisas no emprego não vão bem parece que todo o resto fica mal também.


Consumo

É bom fazer uma comprinha, né? Mas quando a coisa vai ficando compulsiva, ou quando temos momentos de descontrole, nosso consumo acaba tendo um impacto muito negativo na nossa saúde emocional.


Se para você o consumo muitas vezes vira um problema, o primeiro passo é: identificar esses momentos. Para depois ir atrás das causas e, então, aos poucos mudar seus hábitos, de modo que o ato de comprar deixe de comprometer o seu bem-estar.


Digital

Por fim, nosso quinto ponto sobre autocuidado é a sua presença digital. Já que, hoje em dia, para muitas pessoas, a vida digital é tão presente e constante quanto a offline.


Lembre-se sempre: o tempo que você passa no digital não deve comprometer o tempo que você passa fora dele, sendo que as redes sociais e outras plataformas devem ser pontes para outros momentos na sua vida.


Até porque, saber usar bem os meios digitais, pode trazer muita coisa boa para qualquer um.


Conecte-se consigo mesmo nesse Janeiro Branco

Quando a gente se conhece, a gente consegue se conectar com nosso verdadeiro eu, ao mesmo tempo em que poder se olhar é sempre um exercício de autoconhecimento. Só que nesse mundo hiper-conectado, parece que a gente acessa tudo com muita facilidade, com exceção de nós mesmos.


Então, aproveite o Janeiro Branco para descobrir maneiras de criar essa conexão. Se você já tem feito esse exercício, compartilha a sua experiência na nossa seção de comentários. Senão, começa a se inspirar nas artes do corpo ou artes marciais; na yoga, meditação e medicina ayurvédica.


Cuidar de si e, também, dos outros

Quando o papo é saúde emocional, seguimos uma lógica. Poder cuidar dos outros é prazeroso e fundamental. Mas para isso acontecer da melhor maneira, nós mesmos precisamos estar bem.


Então, primeiro estabelecemos uma boa relação com nós mesmo e, depois, conseguimos cuidar e amar ainda mais as pessoas que estão perto da gente; sejam amigos, parentes e, até, a família que a gente escolhe.


Deixe o Janeiro Branco inspirar higiene da saúde emocional e do bem-estar

Todo dia a gente tem que escovar os dentes e tomar banho, não tem? Pois é, esse Janeiro Branco quer estimular que o mesmo tipo de cuidado seja visto para a saúde emocional – é uma questão de higiene da alma.


E a maneira mais intensa e profunda de se fazer isso é com a ajuda de um especialista, como Rafael Zunino, que atua com clínica desde 2007 e atende pela nossa plataforma, explica a seguir:

De modo geral, as pessoas desconhecem ou se desinteressam por autoconhecimento. Quase que unanimemente, somos criados sem desenvolver um apreço, curiosidade ou valorização pelo que sentimos e pelas peculiaridades da percepção pessoal, ou pelo que o ponto de vista individual diz sobre cada um de nós. Sem querer, ficamos a mercê de uma quantidade reduzida de maneiras de agir e reagir ao mundo e de se relacionar com as pessoas. Dessa maneira, a imagem que criamos de nós mesmos se torna menos real, já que não fazemos usufruto dessa flexibilidade potencial do nosso comportamento e da nossa imaginação.


Fonte: Zenklub

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